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domingo, maio 21, 2017

O QUE SIGNIFICA: VADE RETRO ME, SATANA!



VADE RETRO ME, SATANA!



Com estas palavras a Vulgata Latina (tradução, em latim, das Escrituras) nos apresenta a frase que Jesus dirigiu a Pedro em Mateus 16:23. Significa, segundo a Nova Versão Internacional da Bíblia Sagrada, “para trás de mim, satanás”. E o versículo todo diz o seguinte: “Jesus virou-se e disse a Pedro: Para trás de mim, satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens”. Tudo isso logo depois de ter elogiado a Pedro por sua sensibilidade à revelação do céu sobre ser ele, Jesus, o Messias. Como isso foi acontecer? O que Pedro fez para ir do céu ao inferno em tão pouco tempo?

A resposta surge quando observamos o contexto destas palavras. Ao que parece, Pedro ainda desfrutava a alegria das palavras que o Mestre lhe dirigira quando, numa mudança abrupta de foco, este começou a falar com seus discípulos sobre seu iminente sofrimento e consequente morte na cruz. Pedro não gostou. Chamou-o à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: Nunca, Senhor! Isso nunca te acontecerá (v. 22)! Note o verbo “repreender”; indica certa veemência, uma espécie de censura ou reprovação intensa.

Pedro sentiu-se contrariado. Frustrado, talvez, com o fim de toda aquela conversa sobre ser ele uma pedra de edificação, destacada entre as demais. Foi orgulhoso, egocêntrico, inconveniente, presunçoso… Exagerou na dose! O próprio uso do advérbio “nunca” (isso nunca te acontecerá) revela a prepotência de quem acreditava ter o futuro sob controle. Mas o pior: incitou Jesus a romper com qualquer ideia de simplesmente submeter-se ao caminho messiânico em obediência a Deus. Seu sentimento entrou em choque com sua fé e, não satisfeito, tentou impor sua carnalidade ao próprio Jesus. Tentou o próprio Jesus. Comportou-se como um diabo. E assim foi denominado.



Satanás não é nome próprio, mas adjetivo. Traduzido, significa “opositor”. Caracteriza aquele que se opõe frontalmente aos desígnios de Deus. Por isso, é como a Bíblia denomina o anjo caído outrora chamado Lúcifer, o qual se apresenta como um tentador do ser humano desde os primórdios da criação. Quando Pedro tentou impor sobre Jesus uma orientação baseada em sua própria carnalidade, imitou o procedimento do diabo e adquiriu o direito de ser igualmente adjetivado. Jesus não mediu as palavras e não viu contradição em chamar de pedra de tropeço ao que acabara de chamar de pedra de edificação.

Aprendemos, assim, que satanás é todo aquele que, movido por sentimentos inflamados pela sua própria carnalidade, tenta impor sobre o servo de Deus orientação que o afaste de Sua vontade soberana. Por isso, quando uma pessoa magoada e ressentida em seu coração, seja com outra pessoa ou com toda uma comunidade, orienta as demais a que rompam com estas para darem vazão ao mesmo tipo de sentimento, está se fazendo de satanás para elas. Já não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens.

Se você aconselha um amigo a ir à forra com um desafeto, um cônjuge a abrir mão de seus esforços em favor do casamento, um parente em fragilidade emocional a se deixar levar pelo pecado ou pelo vício, um irmão na fé a deixar a igreja por causa de dificuldades momentâneas, um novo crente a desanimar de seus líderes com críticas ácidas e sem amor, tudo isso sem oração, fundamento bíblico ou consciência de dependência de Deus, não faz mais que ser satanás em suas vidas.
De pedra de edificação passou a ser pedra de tropeço. Já não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens. Vade retrum me — é o que vai acabar ouvindo…



Traducción al español por Google:VADE RETRO ME, SATANA!
Con estas palabras la Vulgata Latina (traducción, en latín, de las Escrituras) nos presenta la frase que Jesús dirigió a Pedro en Mateo 16:23. Significa, según la nueva versión internacional de la Sagrada Biblia, "detrás de mí, satanás". Y el versículo entero dice lo siguiente: "Jesús se volvió y le dijo a Pedro: Detrás de mí, Satanás! Usted es una piedra de tropiezo para mí y no piensa en las cosas de Dios, sino en las de los hombres. Todo esto inmediatamente después de haber elogiado a Pedro por su sensibilidad a la revelación del cielo sobre él, Jesús, el Mesías. ¿Cómo sucedió eso? ¿Qué hizo Pedro para ir del cielo al infierno en tan poco tiempo?
La respuesta surge cuando observamos el contexto de estas palabras. Al parecer, Pedro aún disfrutaba la alegría de las palabras que el Maestro le dirigía cuando, en un cambio abrupto de foco, éste comenzó a hablar con sus discípulos sobre su inminente sufrimiento y consecuente muerte en la cruz. Pedro no le gustó. Lo llamó aparte y comenzó a reprenderlo, diciendo: ¡Nunca, Señor! Esto nunca te sucederá (v 22). Observa el verbo "reprender"; Indica cierta vehemencia, una especie de censura o reprobación intensa.
Pedro se sintió contrariado. Frustrado, tal vez, con el fin de toda aquella conversación sobre ser él una piedra de edificación, destacada entre las demás. Fue orgulloso, egocéntrico, inconveniente, presuntuoso ... ¡Exageró en la dosis! El propio uso del adverbio "nunca" (eso nunca te sucederá) revela la prepotencia de quien creía tener el futuro bajo control. Pero lo peor: incitó a Jesús a romper con cualquier idea de simplemente someterse al camino mesiánico en obediencia a Dios. Su sentimiento entró en shock con su fe y, no satisfecho, intentó imponer su carnalidad al mismo Jesús. Tentó a Jesús mismo. Se comportó como un diablo. Y así fue llamado.
Satanás no es nombre propio, sino adjetivo. Traducido, significa "opositor". El que se opone frontalmente a los designios de Dios. Por eso, es como la Biblia denomina al ángel caído en otro tiempo llamado Lucifer, el cual se presenta como un tentador del ser humano desde los primordios de la creación. Cuando Pedro intentó imponer sobre Jesús una orientación basada en su propia carnalidad, imitó el procedimiento del diablo y adquirió el derecho de ser igualmente adjetivado. Jesús no midió las palabras y no vio contradicción en llamar de piedra de tropiezo al que acababa de llamar de piedra de edificación.
Aprendemos así que Satanás es todo aquel que, movido por sentimientos inflamados por su propia carnalidad, intenta imponer sobre el siervo de Dios orientación que lo aleje de Su voluntad soberana. Por eso, cuando una persona herida y resentida en su corazón, sea con otra persona o con toda una comunidad, orienta a las demás a que rompen con éstas para dar caudal al mismo tipo de sentimiento, se está haciendo de satanás para ellas. Ya no piensa en las cosas de Dios, sino en las de los hombres.
Si usted aconseja a un amigo a ir a la guarida con un desafecto, un cónyuge a renunciar a sus esfuerzos en favor del matrimonio, un pariente en fragilidad emocional a dejarse llevar por el pecado o por el vicio, un hermano en la fe a dejar la iglesia por A causa de dificultades momentáneas, un nuevo creyente a desanimar de sus líderes con críticas ácidas y sin amor, todo eso sin oración, fundamento bíblico o conciencia de dependencia de Dios, no hace más que ser satanás en sus vidas.De piedra de edificación pasó a ser piedra de tropiezo. Ya no piensa en las cosas de Dios, sino en las de los hombres. Vade retrum me - es lo que va a terminar oyendo ...

sexta-feira, maio 19, 2017

Legado Romano para a Humanidade


Os conhecimentos deixados por Roma Antiga para as civilizações posteriores, línguas, literatura, direito romano, engenharia, artes, cultura, resumo, alfabeto, números romanos 
Vários aspectos culturais que surgiram em Roma Antiga foram absorvidos pelos reinos germânicos que foram formados na Idade Média, após as invasões bárbaras dos séculos IV e V. Muitos aspectos culturais romanos foram preservados na Europa Medieval e, a partir do século XVI (época das Grandes Navegações e Descobrimentos), difundidos pela América, África e algumas regiões da Ásia. O legado romano é uma marca fortemente presente nas culturas ocidentais da atualidade, principalmente nas áreas jurídica e linguística.

Legado Romano para a humanidade

Direito

Para administrar o gigante império e ainda criar ordem dentro das cidades, os romanos desenvolveram leis, que deram origem posteriormente aos Códigos Jurídicos. Surgiu assim o Direito Romano que foi usado como base para as futuras sociedades do ocidente, chegando até os dias atuais com, evidentemente, diversas modificações e adaptações.

Havia basicamente três categorias do Direito Romano: Direito Privado (leis voltadas para as famílias); Direito Estrangeiro (leis para os estrangeiros) e Direito Público (leis para os cidadãos romanos). Deste último, surgiu o Código Civil, muito presente nos países ocidentais da atualidade.

Muitas expressões jurídicas usadas atualmente na legislação ocidental (entre elas a brasileira) tem origem no Direito Romano e, por isso, são escritas em latim (língua oficial do Império Romano). Entre elas, podemos citar: habeas corpus, habeas data, ad hoc, stricto sensu, vacatio legis e juris tantum.

Línguas

A língua falada e escrita em Roma Antiga era o latim. Após a queda do Império Romano e a invasão dos germânicos na Europa, várias línguas se originaram do latim. Estas línguas existem até os dias atuais, sendo as principais: Português, Francês, Italiano, Espanhol e Romeno.

Alfabeto e números romanos

O alfabeto romano é utilizado até hoje na maioria dos países do mundo. Até mesmo línguas que não são de origem latina (alemão, por exemplo), utilizam o alfabeto romano.

Os números (algarismos) romanos, criados e utilizados em Roma Antiga, também chegaram até nós. Porém, utilizamos atualmente eles mais para fazer referência aos séculos. O sistema de numeração romana é composto por sete letras, representadas em maiúsculas, do alfabeto latino: I, V, X, L, C, D e M.

Arquitetura e Engenharia

Os romanos desenvolveram várias técnicas arquitetônicas para construir grandes templos, palácios, estádios, aquedutos, anfiteatros e prédios públicos. A eficiência construtiva foi tão grande, que muitos destas construções chegaram até os dias atuais.

Os romanos também se destacaram na construção de estradas, ligando Roma a diversas províncias sob seu controle.


Estas técnicas de arquitetura e engenharia civil foram muito utilizadas pelas sociedades seguintes, sendo que muitas delas estão presentes até hoje nas construções de prédios, casas, igrejas e etc.

Artes Plásticas


Os romanos foram fortemente influenciados pelas Artes Plásticas da Grécia Antiga. Entre as principais características artísticas dos gregos, que chegaram aos romanos, foi a busca pela reprodução do corpo humano e dos elementos da natureza de forma real. O realismo nas esculturas e pinturas, embora tenha sido deixado de lado na Idade Média, foi resgatado na época do Renascimento e preservado por várias correntes e escolas artísticas posteriores, chegando até os dias de hoje.


Traducción al español - Google

Legado Romano para la Humanidad
Los conocimientos dejados por Roma Antigua para las civilizaciones posteriores, lenguas, literatura, derecho romano, ingeniería, artes, cultura, resumen, alfabeto, números romanos

Varios aspectos culturales que surgieron en Roma Antigua fueron absorbidos por los reinos germánicos que se formaron en la Edad Media tras las invasiones bárbaras de los siglos IV y V. Muchos aspectos culturales romanos se preservaron en la Europa medieval y, a partir del siglo XVI (época de las Grandes Navegación y Descubrimientos), difundidos por América, África y algunas regiones de Asia. El legado romano es una marca fuertemente presente en las culturas occidentales de la actualidad, principalmente en las áreas jurídica y lingüística.

Legado Romano para la humanidad

Derecho

Para administrar el gigante imperio y aún crear orden dentro de las ciudades, los romanos desarrollaron leyes, que dieron origen posteriormente a los Códigos Jurídicos. Así surgió el Derecho Romano que se utilizó como base para las futuras sociedades occidentales, llegando hasta los días actuales con evidentemente diversas modificaciones y adaptaciones.

Había básicamente tres categorías del Derecho Romano: Derecho Privado (leyes dirigidas a las familias); Derecho extranjero (leyes para los extranjeros) y Derecho Público (leyes para los ciudadanos romanos). De este último surgió el Código Civil, muy presente en los países occidentales de la actualidad.

Muchas expresiones jurídicas usadas actualmente en la legislación occidental (entre ellas la brasileña) tienen origen en el Derecho Romano y, por eso, se escriben en latín (lengua oficial del Imperio Romano). Entre ellas, podemos citar: habeas corpus, habeas data, ad hoc, stricto sensu, vacatio legis y juris tantum.

Idiomas

La lengua hablada y escrita en Roma Antigua era el latín. Después de la caída del Imperio Romano y la invasión de los germanos en Europa, varias lenguas se originaron del latín. Estas lenguas existen hasta los días actuales, siendo las principales: Portugués, Francés, Italiano, Español y Rumano.

Alfabeto y números romanos

El alfabeto romano se utiliza hasta hoy en la mayoría de los países del mundo. Incluso las lenguas que no son de origen latino (alemán, por ejemplo), utilizan el alfabeto romano.

Los números (números) romanos, criados y utilizados en Roma Antigua, también llegaron hasta nosotros. Sin embargo, utilizamos actualmente más para hacer referencia a los siglos. El sistema de numeración romana se compone de siete letras, representadas en mayúsculas, del alfabeto latino: I, V, X, L, C, D y M.

Arquitectura y Ingeniería

Los romanos desarrollaron varias técnicas arquitectónicas para construir grandes templos, palacios, estadios, acueductos, anfiteatros y edificios públicos. La eficiencia constructiva fue tan grande, que muchas de estas construcciones llegaron hasta los días actuales.

Los romanos también se destacaron en la construcción de carreteras, ligando Roma a diversas provincias bajo su control.

Estas técnicas de arquitectura e ingeniería civil fueron muy utilizadas por las sociedades siguientes, muchas de las cuales están presentes hasta hoy en las construcciones de edificios, casas, iglesias, etc.

Artes plásticas

Los romanos fueron fuertemente influenciados por las Artes Plásticas de la Grecia Antigua. Entre las principales características artísticas de los griegos, que llegaron a los romanos, fue la búsqueda por la reproducción del cuerpo humano y de los elementos de la naturaleza de forma real. El realismo en las esculturas y pinturas, aunque se dejó de lado en la Edad Media, fue rescatado en la época del Renacimiento y preservado por varias corrientes y escuelas artísticas posteriores, llegando hasta los días de hoy.

CONHECIMENTO HUMANO - IMORAL E AMORAL



Ultimamente, “imoral” e “amoral” têm sido aplicados para designar um mesmo significado: aquele que não tem moral, ética.

É verdade, os dois termos referem-se à questão moral, no entanto, têm relações diferentes com ela.
https://t.dynad.net/pc/?dc=5550003218;ord=1495222510626

Certa vez, Oscar Wilde disse “a arte não é moral nem imoral, mas amoral”! O que isso quer dizer? Vejamos por etapas e tendo por base o dicionário enciclopédico ilustrado Veja Larousse:

Primeiramente, o que é moral? É o que está “de acordo com os bons costumes e regras de conduta; conjunto de regras de conduta proposto por uma determinada doutrina ou inerente a uma determinada condição.”

No mesmo dicionário, moral também é classificada como o “conjunto dos princípios da honestidade e do pudor”. Daí este termo ser tão utilizado em âmbito social, principalmente no político!

Imoral é tudo aquilo que contraria o que foi exposto acima a respeito da moral. Quando há falta de pudor, quando algo induz ao pecado, à indecência, há falta de moral, ou seja, há imoralidade.
Amoral é a pessoa que não tem senso do que seja moral, ética. A questão moral para este indivíduo é desconhecida, estranha e, portanto, “não leva em consideração preceitos morais”. É o caso, por exemplo, dos índios no tempo do descobrimento ou de uma sociedade, como a chinesa, que não vê o fato de matar meninas, a fim de controlar a natalidade, como algo mórbido e triste.

Vejamos o seguinte exemplo: um bebê se perde dos pais durante uma excursão e vive mais de dez anos na selva, sendo criada no meio de chimpanzés. Um dia, o adolescente é encontrado por um grupo de biólogos que o levam para a cidade. Quando ele regressa, consegue fugir de uma instituição, e anda pelas ruas sem roupa, roubando para comer e fazendo as suas necessidades em qualquer lugar. Para uma pessoa que foi criada naquela sociedade, este comportamento pode ser considerado imoral, mas na realidade a criança é amoral, porque não conhece as regras da moralidade e não sabia que o que estava fazendo era considerado errado naquele contexto.

Assim, o que Oscar Wilde quis dizer é que a arte não tem senso do que seja moral, por isso, para alguns, tudo o que é visto não causa assombro, está dentro dos costumes. Já para outros, dependendo do que se vê, é ultrajante, indecente!





Traducción al español - Google
Últimamente, "inmoral" y "amoral" se han aplicado para designar un mismo significado: el que no tiene moral, ética.

Es cierto, los dos términos se refieren a la cuestión moral, sin embargo, tienen diferentes relaciones con ella.


Una vez, Oscar Wilde dijo "el arte no es moral ni inmoral, sino amoral". ¿Que quiere decir eso? En el caso de las mujeres,

Primero, ¿qué es moral? Es lo que está "de acuerdo con las buenas costumbres y reglas de conducta; Conjunto de reglas de conducta propuesto por una determinada doctrina o inherente a una determinada condición. "

En el mismo diccionario, la moral también se clasifica como el "conjunto de los principios de la honestidad y del pudor". De ahí que este término sea tan utilizado en el ámbito social, sobre todo en lo político.

Imoral es todo aquello que contradice lo que se ha expuesto sobre la moral. Cuando hay falta de pudor, cuando algo induce al pecado, a la indecencia, hay falta de moral, o sea, hay inmoralidad.

Amoral es la persona que no tiene sentido de lo que sea moral, ética. La cuestión moral para este individuo es desconocida, extraña y, por lo tanto, "no toma en consideración preceptos morales". Es el caso, por ejemplo, de los indios en el tiempo del descubrimiento o de una sociedad, como la china, que no ve el hecho de matar a las niñas, a fin de controlar la natalidad, como algo mórbido y triste.
Veamos el siguiente ejemplo: un bebé se pierde de los padres durante una excursión y vive más de diez años en la selva, siendo creada en medio de chimpancés. Un día, el adolescente es encontrado por un grupo de biólogos que lo llevan a la ciudad. Cuando regresa, logra huir de una institución, y camina por las calles sin ropa, robando para comer y haciendo sus necesidades en cualquier lugar. Para una persona que fue creada en esa sociedad, este comportamiento puede ser considerado inmoral, pero en realidad el niño es amoral, porque no conoce las reglas de la moralidad y no sabía que lo que estaba haciendo era considerado mal en ese contexto.

Así, lo que Oscar Wilde quiso decir es que el arte no tiene sentido de lo que es moral, por eso, para algunos, todo lo que es visto no causa asombro, está dentro de las costumbres. Para otros, dependiendo de lo que se ve, es indignante, indecente.

"El hombre como científico es amoral. Sólo es moral como hombre, no se preocupa si lo que descubre va a ser usado para el bien o para el mal. Como todo descubrimiento científico da más poderes sobre la naturaleza, ella puede aumentar el bien o el mal.
- César Lattes

sábado, maio 13, 2017

ORIGEM DO DIA DAS MÃES;





A ORIGEM DO DIA DAS MÃES

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República". 
 
 

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica. 
 
 
 
Traducción al español por Google:La más antigua conmemoración de los días de las madres es mitológica. En la Grecia antigua, la entrada de la primavera era festejada en honor de Rhea, la Madre de los Dioses.El próximo registro está a principios del siglo XVII, cuando Inglaterra empezó a dedicar el cuarto domingo de la Cuaresma a las madres de las obreras inglesas. En ese día, las trabajadoras tenían descanso para quedarse en casa con las madres. Se llamaba "Mothering Day", un hecho que dio origen al "mothering cake", un pastel para las madres que haría el día aún más festivo.En los Estados Unidos, las primeras sugerencias en favor de la creación de una fecha para la celebración de las madres fue dada en 1872 por la escritora Júlia Ward Howe, autora de "El Himno de Batalla de la República".

 
Pero fue otra estadounidense, Ana Jarvis, en el estado de Virginia Occidental, que inició la campaña para instituir el Día de las Madres. En 1905 Ana, hija de pastores, perdió a su madre y entró en gran depresión. Preocupadas por aquel sufrimiento, algunas amigas tuvieron la idea de perpetuar la memoria de su madre con una fiesta. Ana quiso que la fiesta se extendiera a todas las madres, vivas o muertas, con un día en que todos los niños se acordaran y honrar a sus madres. La idea era fortalecer los lazos familiares y el respeto por los padres.Durante tres años seguidos, Anna luchó para que se creara el Día de las Madres. La primera celebración oficial se produjo sólo el 26 de abril de 1910, cuando el gobernador de Virginia Occidental, William E. Glasscock, incorporó el Día de las madres al calendario de fechas conmemorativas de aquel estado. Rápidamente, otros estados norteamericanos se adhirieron a la conmemoración.Finalmente, en 1914, el entonces presidente de Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificó la celebración en todos los estados, estableciendo que el Día Nacional de las Madres debería ser conmemorado siempre el segundo domingo de mayo. La sugerencia fue de la propia Anna Jarvis. En poco tiempo, más de 40 países adoptaron la fecha."No creé el día de las madres para tener ganancias"El sueño fue realizado, pero, irónicamente, el Día de las Madres se convirtió en una fecha triste para Anna Jarvis. La popularidad del día de fiesta hizo que la fecha se convirtiera en un día rentable para los comerciantes, principalmente para los que vendían clavos blancos, flor que simboliza la maternidad. "No creé el día a las madres para tener ganancias", dijo furiosa a un reportero, en 1923. En ese mismo año, ella entró con un proceso para cancelar el Día de las madres, sin éxito.Anna pasó prácticamente toda la vida luchando para que la gente reconociera la importancia de las madres. En la mayoría de las ocasiones, utilizaba el propio dinero para llevar la causa. Decía que la gente no agradece con frecuencia el amor que reciben de sus madres. "El amor de una madre es a diario nuevo", afirmó una vez. Anna murió en 1948, a los 84 años. Recibió tarjetas conmemorativas venidas del mundo todos, por años seguidos, pero nunca llegó a ser madre.Cepillos: símbolo de la maternidadDurante la primera misa de las madres, Anna envió 500 claveles blancos, elegidos por ella, para la iglesia de Grafton. En un telegrama para la congregación, ella declaró que todos deberían recibir la flor. Las madres, en memoria del día, deberían ganar dos clavos. Para Anna, la blancura del clavel simbolizaba pureza, fidelidad, amor, caridad y belleza. Durante los años, Anna envió más de 10 mil clavos a la iglesia, con el mismo propósito. Los clavos pasaron, posteriormente, a ser comercializados.En BrasilEl primer día de las madres brasileñas fue promovido por la Asociación Cristiana de Jóvenes de Porto Alegre el 12 de mayo de 1918. En 1932, el entonces presidente Getúlio Vargas oficializó la fecha el segundo domingo de mayo. En 1947, Mons. Jaime de Barros Cámara, Cardenal Arzobispo de Río de Janeiro, determinó que esa fecha formara parte también en el calendario oficial de la Iglesia Católica.


História da Medicina



História da Medicina



As origens da medicina, conhecimentos de anatomia no Egito Antigo e na Grécia Antiga, os avanços da medicina na época moderna, medicina na atualidade, o Juramento de Hipócrates




Hipócrates: pai da medicina

Desenvolvimento da medicina na História 

Por meio de descobertas arqueológicas, descobrimos que os povos da antiguidade, como os egípcios, já realizavam operações complexas, fato que comprova grande desenvolvimento e inteligência desse povo. Este povo fez grandes avanços na medicina graças ao seu sofisticado processo de mumificação de corpos. Os mumificadores, ao abrirem os corpos dos faraós para retirar as entranhas, conseguiam muitas informações sobre a anatomia humana.

Sabe-se que os gregos foram os pioneiros no estudo dos sintomas das doenças. Eles tiveram como mestre Hipócrates (considerado até hoje o pai da medicina). Um outro povo que teve também um grande conhecedor da medicina (o grego Galeno, que morava em Roma) foi o povo romano. Após Hipócrates e Galeno, a medicina teve poucos avanços.  

Na Idade Média, era comum que o médico procurasse curar praticamente todas as doenças utilizando o recurso da sangria. Este era feito, principalmente, com a utilização de sangue-sugas. Porém, neste período os conhecimentos avançaram pouco, pois havia uma forte influência da Igreja Católica que condenava as pesquisas científicas.

No período do Renascimento Cultural (séculos XV e XVI ) houve um grande avanço da medicina. Movidos por uma grande vontade de descobrir o funcionamento do corpo humano, médicos buscaram explicar as doenças através de estudos científicos e testes de laboratório.

Contudo, no século XVII, William Harvey fez uma nova descoberta: o sistema circulatório do sangue. A partir daí, os homens passaram a compreender melhor a anatomia e a fisiologia.  
No século XIX todo o conhecimento ficou mais apurado após a invenção do microscópio acromático. Com esta invenção, Louis Pasteur conseguiu um enorme avanço para medicina, ao descobrir que as bactérias são as responsáveis pela causa de grande parte das doenças.

Felizmente, a medicina atual dispõe de inúmeras drogas capazes de curar, controlar e até mesmo de evitar inúmeras doenças. Aparelhos eletrônicos sofisticados são capazes de fazer um diagnóstico apurado, passando informações importantes sobre o paciente. Os avanços nesta área são rápidos e possibilitam um vida cada vez melhor para as pessoas.



O Juramento de Hipócrates

" Eu juro, por Apolo, médico, por Esculápio, Higeia e Panacea, e tomo por testemunhas todos os deuses e todas as deusas, cumprir, segundo meu poder e minha razão, a promessa que se segue: estimar, tanto quanto a meus pais, aquele que me ensinou esta arte; fazer vida comum e, se necessário for, com ele partilhar meus bens; ter seus filhos por meus próprios irmãos; ensinar-lhes esta arte, se eles tiverem necessidade de aprendê-la, sem remuneração e nem compromisso escrito; fazer participar dos preceitos, das lições e de todo o resto do ensino, meus filhos, os de meu mestre e os discípulos inscritos segundo os regulamentos da profissão, porém, só a estes.

Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva.

Conservarei imaculada minha vida e minha arte.

Não praticarei a talha, mesmo sobre um calculoso confirmado; deixarei essa operação aos práticos que disso cuidam.

Em toda a casa, aí entrarei para o bem dos doentes, mantendo-me longe de todo o dano voluntário e de toda a sedução sobretudo longe dos prazeres do amor, com as mulheres ou com os homens livres ou escravizados.

Àquilo que no exercício ou fora do exercício da profissão e no convívio da sociedade, eu tiver visto ou ouvido, que não seja preciso divulgar, eu conservarei inteiramente secreto.

Se eu cumprir este juramento com fidelidade, que me seja dado gozar felizmente da vida e da minha profissão, honrado para sempre entre os homens; se eu dele me afastar ou infringir, o contrário aconteça."

Você sabia?

- Dia 18 de outubro comemora-se o Dia do Médico.




Traducción al español por Google:Historia de la Medicina


Los orígenes de la medicina, conocimientos de anatomía en el Antiguo Egipto y en la Grecia Antigua, los avances de la medicina en la época moderna, medicina en la actualidad, el Juramento de Hipócrates
Hipócrates: padre de la medicina

Desarrollo de la medicina en la historia

 
Por medio de descubrimientos arqueológicos, descubrimos que los pueblos de la antigüedad, como los egipcios, ya realizaban operaciones complejas, hecho que comprueba gran desarrollo e inteligencia de ese pueblo. Este pueblo hizo grandes avances en la medicina gracias a su sofisticado proceso de momificación de cuerpos. Los momificadores, al abrir los cuerpos de los faraones para retirar las entrañas, conseguían mucha información sobre la anatomía humana.

 
Se sabe que los griegos fueron los pioneros en el estudio de los síntomas de las enfermedades. Ellos tuvieron como maestro Hipócrates (considerado hasta hoy el padre de la medicina). Otro pueblo que tuvo también un gran conocedor de la medicina (el griego Galeno, que vivía en Roma) fue el pueblo romano. Después de Hipócrates y Galeno, la medicina tuvo pocos avances.

 
En la Edad Media, era común que el médico buscara curar prácticamente todas las enfermedades utilizando el recurso de la sangría. Esto se hacía principalmente con la utilización de sangre sugestiva. Pero en este período los conocimientos avanzaron poco, pues había una fuerte influencia de la Iglesia Católica que condenaba las investigaciones científicas.

 
En el período del Renacimiento Cultural (siglos XV y XVI) hubo un gran avance de la medicina. Movidos por una gran voluntad de descubrir el funcionamiento del cuerpo humano, los médicos buscaron explicar las enfermedades a través de estudios científicos y pruebas de laboratorio.

 
Sin embargo, en el siglo XVII, William Harvey hizo un nuevo descubrimiento: el sistema circulatorio de la sangre. A partir de ahí, los hombres pasaron a comprender mejor la anatomía y la fisiología.
En el siglo XIX todo el conocimiento quedó más apurado después de la invención del microscopio acromático. Con esta invención, Louis Pasteur logró un enorme avance para la medicina, al descubrir que las bacterias son las responsables de la causa de gran parte de las enfermedades.
Afortunadamente, la medicina actual dispone de innumerables drogas capaces de curar, controlar e incluso de evitar innumerables enfermedades. Los aparatos electrónicos sofisticados son capaces de hacer un diagnóstico apurado, pasando información importante sobre el paciente. Los avances en esta área son rápidos y posibilitan una vida cada vez mejor para las personas.

 
El Juramento de Hipócrates

 
"Yo juro, por Apolo, médico, por Esculapio, Higeia y Panacea, y tomo por testigos todos los dioses y todas las diosas, cumplir, según mi poder y mi razón, la promesa que sigue: estimar, tanto a mis padres El que me enseñó este arte, hacer vida común y, si es necesario, compartir con él mis bienes, tener a sus hijos por mis propios hermanos, enseñarles este arte, si ellos tienen necesidad de aprenderla, sin remuneración y ni siquiera El compromiso escrito, hacer participar en los preceptos, las lecciones y todo el resto de la enseñanza, mis hijos, los de mi maestro y los discípulos inscritos según los reglamentos de la profesión, pero sólo a éstos.

 
Aplicaría los regímenes para el bien del enfermo según mi poder y entendimiento, nunca para causar daño o mal a alguien. A nadie daré por complacer, ni remedio mortal ni un consejo que induzca la pérdida. De la misma manera no daré a ninguna mujer una sustancia abortiva.

 
Conservará inmaculada mi vida y mi arte.

 
No practicar la talla, incluso sobre un calculado confirmado; Dejaré esa operación a los prácticos que de eso cuidan.

En toda la casa, allí entraré al bien de los enfermos, manteniéndome lejos de todo daño voluntario y de toda seducción sobre todo lejos de los placeres del amor, con las mujeres o con los hombres libres o esclavizados.

A lo que en el ejercicio o fuera del ejercicio de la profesión y en la convivencia de la sociedad, he visto o oído, que no sea necesario divulgar, yo conservaré enteramente secreto.
Si yo cumple este juramento con fidelidad, que me sea dado gozar felizmente de la vida y de mi profesión, honrado para siempre entre los hombres; Si yo me aleja o infringe, lo contrario suceda.

 
¿Tu sabia?
- El día 18 de octubre se conmemora el Día del Médico.

quarta-feira, maio 10, 2017

A iconografia do demônio no período medieval



A iconografia do demônio no período medieval




 
a imagem em questão é do manuscrito de Praga, primeira pintura feita sobre o demônio no período 
 medieval
 
 
 A Iconografia do Demônio na Idade média

Durante grande parte do período medieval, apesar do demônio ser algo palpável na vida das pessoas, independente de classe social, não havia ainda uma iconografia do demônio. Principalmente porque a igreja afirmava que Satã poderia assumir qualquer forma, tanto a de um belo cavaleiro quanto a de uma serpente, as formas que Satã poderia assumir dependeriam de qual designio ele teria, ou seja, poderia ser belo e sábio para tentar corromper um bom homem ou poderia ser repugnante para amedontrar os corações do povo, principalmente os mais pobres.

Durante o medievo, muitas eram as dificuldades dos artistas para retratar o demônio, como citado acima, a igreja ao afirmar que ele poderia ter qualquer forma, dificultava e muito o trabalho daqueles que queriam retrata-lo.
Um dos grandes problemas começou a ser resolvido quando os artistas e teólogos retornaram à antigüidade pagã.
 As primeiras representações foram amplamente inspiradas em Pã, Deus grego das florestas e dos bosques, sua representação é a mesma do sátiro, uma criatura com pernas de bode, cascos e chifres. Foi neste momento que a a concepção de que o Diabo seria como todas as criaturas criadas por Deus, sua imagem e semelhança foi sendo derrubada. A iconografia demôniaca servia então como forma de propaganda, devemos nos lembrar que a alta idade média ainda passava por um processo de cristianização, principalmente nos pontos mais distantes dos grandes centros, como Roma.
 
Logo depois fora necessário incorporar ao demônio um armamento, no qual ele flagelaria o povo, então fora escolhido o Tridente, marca de Poseidon, senhor dos Mares na Grécia Antiga.
Até então nesta época no século IX não havia uma forma definida, estas formas antropomórficas e baseadas na mitologia, simbolizam também “o papel do demônio”, até então de certa forma mais escondido na história cristã. Segundo Le goff e Schimit:
“Ao que parece, a importância do Maligno vai se reforçando globalmente durante o curso da Idade Média. Note-se que o Diabo está quase ausente das imagens cristãs até o século IX. É somente por volta do ano 1000 que encontra uma posição digna dele, quando se desenvolve uma representação específica enfatizando sua monstruosidade e animalidade, e manifestando seu poder hostil de modo cada vez mais insistente”. (2002, vol I, p. 319).

Foi exatamente no ano 1000 que o demônio ganhou sua “forma” na iconografia medieval. Chifres vindos do Deus Pã, o Tridente de Poseidon, a pele escamosa lembrando o Dragão, ou ainda a Serpente que tentou Eva. A pele vermelha também vem da antiguidade clássica incorporada dos Djnnis, ou gênios, que eram espíritos folclóricos da região do Oriente próximo até a Arábia distante.Posteriormente as asas foram incorporadas em uma alusão não só a criaturas noturnas como morcegos(símbolos de mau agouro) mas também aos Dragões, criaturas rotineiras na mitologia Nórdica.

Podemos assim concluir que a igreja ao colocar no demônio arquetipos do folclore e da mitologia da antigüidade clássica, estava começando um movimento que foi crucial para seu crescimento durante o período, que era a demonização do inimigo. Foi também neste período que a igreja se colocou como o escudo que protegeria a humanidade das atrocidades da Besta.
O período do Século IX fora importantíssimo para igreja no contexto de afirmar a fé cristã como única na Europa pagã, e a iconografia contribuira, pois mostrava aos recém convertidos o quão mal e repugnante era o Senhor daqueles que não era cristãos verdadeiros, podendo assim ter mais argumentos de conversão e principalmente ridicularizando as tradições culturais e científicas da Antigüidade clássica, pois na associação iconográfica fica claro que tudo o que é ligado a este passado, é demôniaco, profano, portanto deve ser purificado.